Construo direção clara onde tecnologia, segurança, governança e inteligência artificial precisam coexistir com a mesma lógica executiva.
// composição, não rótulos separados const leandro = { papel: ['CTO', 'CISO', 'IT Manager'], desde: 2001, pratica: 'código na mão', ia: 'AI-First instalado', regra: 'direção antes de velocidade', aprende: 'todo dia útil', } ▸ deploy(leandro) ✓ 25 anos em produção ✓ direção instalada
Comecei a programar no início dos anos 2000. Atravessei análise de sistemas, arquitetura e cheguei na liderança técnica executiva. Mas continuo escrevendo software, modelando solução e construindo agentes de IA, porque direção sem mão na massa vira ficção executiva.
Hoje opero numa intersecção entre liderança técnica, arquitetura de soluções, segurança cibernética, AI engineering e governança de TI. Não como rótulos separados, como composição. A operação moderna exige essas dimensões coexistindo, com a mesma lógica de decisão.
Trato regulação como restrição de design. Segurança como função estratégica. IA como cultura instalada, não Copilot ligado. Arquitetura como hipótese viva, ajustável, defensável.
Estudo todo dia. Aplico no dia seguinte. Direção é o novo recurso, e direção precisa de quem ainda se importa com o como.
A operação moderna não cabe em uma especialidade. Listei abaixo as quatro frentes onde produzo direção e valor, em geral todas ativas, em proporções diferentes a cada engajamento.
Direção técnica end-to-end, da arquitetura à equipe. Costuro estratégia, segurança e operação em uma só voz executiva, capaz de defender decisão em board, em comitê técnico e em sala de incidente.
Modelagem técnica que conecta negócio, integração, dado e segurança em uma só hipótese executável. Decisões defensáveis com critério explícito, não diagrama bonito que ninguém usa.
Construção de agentes especializados, pipelines com LLMs, RAG, MCPs e workflows de IA em produção real. Mais do que código: instalo a cultura para que a operação inteira opere AI-First, não Copilot ligado.
Segurança da informação tratada como pilar estratégico, governança como tração, não freio, e sustentação que cresce sem dor. Ambientes que escalam sem acordar ninguém de madrugada.
Quatro frentes, uma só prática. Direção técnica não se divide por departamento, se compõe na mesma cabeça executiva.
Estes não são valores em parede. São critérios que aplico antes de aceitar problema, durante a entrega e na hora de defender decisão.
Acelerar errado é caro. Calibrar o vetor é mais barato do que recuperar a trajetória.
Sem critério verificável, não começo. Sem critério, não termino, só paro. Vale para código, decisão e proposta.
SCQA para complexidade, OODA para crise, GROW para planejamento. Cada tensão pede o seu instrumento.
Decisão coerente sozinha bate consenso confuso. Consenso aparece quando a coerência fica clara.
Complexidade é entrada. Simplicidade é saída. Trabalho é a diferença entre as duas.
Estudo formal contínuo, todo dia útil. Não é hobby. Sem cadência de aprendizado, a prática estaciona.
Networking profissional, troca técnica, segunda opinião em decisões difíceis, debate sobre IA aplicada ou só uma boa conversa sobre liderança técnica. Canais abertos para quem trabalha com os mesmos temas.
Sem intermediário ou formulário.